terça-feira, 12 de maio de 2009

The Soaked Lamb live at Cabaret Maxime


No passado sábado o incontornável Cabaret Maxime recebeu mais um concerto, desta feita foram os The Soaked Lamb a mostrar a boa música que por cá se faz.
Apesar do Cabaret Maxime não possuir as melhores condições físicas para uma boa acústica, o misticismo que rodeia aquele espaço faz com que a definição sonora seja ignorada, e para além do mais, o ambiente que a banda criou, proporcionou aos muitos presentes um belo espectáculo.
Confesso que desconhecia o projecto em causa, mas após os primeiros temas, fiquei rendido ao som produzido. Tendo o blues como pano de fundo, esta banda conseguiu brilhantemente embalar a noite de sábado. Realçar ainda a presença do coro MusicArte, que participou em dois temas, tendo igualmente conseguido proporcionar uma muito boa sonoridade e uma excelente ligação com a banda.
Os The Soaked Lamb são constituídos por:
Vocals – Mariana Lima
Guitars, ukulele, blues harp, banjo – Afonso Cruz
Double bass - Gito
Piano and organ - Vasco Condessa
Sax alto, guitar, clarinet – Tiago Albuquerque
Drums and percussions – Miguel Lima

Poderão saber mais sobre esta banda no seu myspace.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

23 de Abril - Dia do Livro



No dia em que se comemora o dia do livro, é este que ando a folhear.

sábado, 4 de abril de 2009

Changelling


Partir para um filme sem expectativas algumas e depois ser surpreendido por uma película destas é soberbo.
Baseado em factos verídicos, Changeling conta-nos a história de uma criança que desaparece, e da luta da sua mãe em tentar desesperadamente encontrá-la. Após este desaparecimento, uma série de peripécias se sucedem, e todas elas completamente absurdas e incríveis atendendo à situação em causa.
O papel principal coube a Angelina Jolie, e inevitavelmente tem de se destacar o seu brilhante desempenho, tão soberbamente desenvolvido.
Obviamente que aconselho o filme!

8/10

sábado, 21 de fevereiro de 2009

The Curious Case of Benjamin Button


Não é fácil escrever um post sobre este filme porque tudo aquilo que disser poderá retirar o prazer a todos aqueles que neste momento lêem estas palavras e que depois o irão ver. A maior beleza desta película reside exactamente no conhecer aos poucos o viver cruzado das duas grandes personagens, sempre que uma página é virada uma nova descoberta é revelada.
Será porventura o post mais curto que fiz sobre um filme, mas espero que estas poucas palavras sejam o suficiente para vos convencer a vê-lo

8/10

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

So, everything is average nowadays...

Depois de uma surpresa tremenda que foi o concerto arrebatador dado no Rock in Rio 2008. abri os cordões à bolsa (sim, os concertos estão cada vez mais caros...querem cultura...pois) e arrisquei conduzir num dia de tempestade em direcção à Invicta.
Com o pensamento no concerto que assisti na Quinta da Bela Vista onde, para mim, foram a banda da noite (no meio de Muse, Offspring e Linkin Park) já temia que a alta expectativa saísse furada. A verdade é que saiu. Os Kaiser Chiefs são donos de um considerável número de singles "orelhudos", dão um bom espectáculo e estão constantemente a puxar pelo público (este era constituído em grande parte por sub-21s, o que não abona muito em meu favor), mas não passam da mediania. As coreografias são tão dispensáveis...
Ficou-me retido principalmente a energia de Ricky Wilson, fugir dos seguranças, ir para as galerias e atirar-se para um mar de gente não é para todos...
Do alinhamento destaco a sempre animada "Everyday I love you less and less", "Na na na na na", "I predict a riot", "Angry mob" e "Oh my god".
Se me tivessem reembolsado 30% do bilhete ficaria feliz.

Kaiser Chiefs - Coliseu do Porto - 31 Jan 2009
Spanish Metal
Everyday I Love You Less and Less
Everything Is Average Nowadays
Heat Dies Down
You Want History
Ruby
Thank You Very Much
Good Days Bad Days
Na Na Na Na Na
Modern Way
Half The Truth
Never Miss a Beat
I Predict a Riot
Take My Temperature
The Angry Mob
Tomato In The Rain
Can't Say What I Mean
Oh My God

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Arma de destruição maciça


Este post surge um pouco atrasado, mas nesta altura, tempo é algo que rareia para os meus lados, mas antes tarde do que nunca.
Era para escrever sobre as célebres faltas dos deputados da Assembleia da República na sexta-feira que antecedeu um fim-de-semana prolongada, mas para além das ridículas faltas, ainda mais patético e insultuoso para os verdadeiros trabalhadores, foram as declarações de outros deputados a tentarem defender o indefensável. Então abstenho-me de tecer comentários, pois toda a situação espelha quem nos representa ou o deveria fazer na Assembleia da República.
Assim, falo de um assunto bem mais sério, mas igualmente vergonhoso, desta feita para toda a comunidade internacional. Essa arma de destruição em massa, dando pelo nome de Robert Mugabe, e infelizmente ainda actual presidente do Zimbabué, apesar de todas as falsificações e intimidações que existiram nas últimas eleições.
Nas últimas semanas, apesar da enorme epidemia de cólera que grassa por todo o país, originando uma fuga em massa da população para os países vizinhos, nomeadamente Moçambique, e a morte de milhares de zimbabueanos, este facínora tem o descaramento de discursar dizendo que a situação está completamente controlada, e que estas notícias apenas surgem pois têm por detrás a mão dos ingleses.
Num país onde deixou de haver água canalizada por falta de electricidade, num país onde as grandes plantações agrícolas que existiam e que eram geridas pelos ingleses dos tempos da antiga Rodésia, e que faziam do Zimbabué um país com um bom desenvolvimento, está actualmente na completa ruína e com uma das inflações mais altas de todo o Mundo.
Assim, e ao ponto a que eu quero chegar é, será que a ONU ou a comunidade internacional, não deveria tomar uma medida dura no sentido de obrigar a que este “senhor” abandonasse o comando do país que arruinou por completo, e assim tentar solucionar uma situação gravíssima como esta que está criada. Se houve legitimidade, ou se a conseguiram arranjar, para invadir um país em busca de pseudo armas de destruição em massa, será que esta situação, onde Robert Mugabe é claramente uma arma de destruição maciça em pessoa, não existe essa mesma legitimidade. Onde para além do mais, a população nas últimas eleições demonstrou bem a sua vontade de mudança tendo dado o seu voto em força ao outro candidato, Morgan Tsvangirai.
Mas como à dias um jornalista, creio que americano disse, nunca existiu uma guerra para defender os direitos humanos, mas sempre para defender os interesses económicos. Sendo assim, basta aos zimbabueanos tentarem fugir deste inferno, e procurar auxílio nos países mais próximos do seu, e assim tentar sobreviver.

Triste este Mundo em que se vive, onde o dinheiro comanda tudo e todos!